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Fim do boleto sem registro.

Fim do boleto sem registro.

Sua empresa está preparada para o fim do boleto sem registro?

A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), através do Projeto Nova Plataforma de Cobrança, vem realizando mudanças importantes nas modalidades de boleto bancário. A proposta é trazer mais segurança e reduzir os prejuízos gerados pelas fraudes de boleto.

Esse tipo de golpe se tornou comum no mercado brasileiro – basicamente altera-se o número do código de barras, visando desviar o dinheiro para outra conta. O golpe, em geral, é executado através de vírus no computador do consumidor final, mas já houve casos em que quadrilhas interceptam malotes e trocam os boletos por novos, com outra numeração.
Para se ter uma ideia da dimensão do problema, cerca de 40% dos boletos emitidos no país são na modalidade sem registro (dados da Febraban). Isso representa quase 1,5 bilhão de títulos.

O projeto da Febraban está sendo realizado em etapas, a saber:

Junho de 2015 – Fim de oferta (pelos bancos) da cobrança sem registro para clientes novos
Agosto de 2015 – Início da operação da base centralizadora de benefícios
Dezembro de 2016 – Término da migração das carteiras de cobrança sem registro para a modalidade registrada
Janeiro de 2017 – Início da operação da base centralizadora de títulos

Na prática, o que você precisa saber de importante é que os boletos de cobrança sem registro só poderão ser pagos pelo banco beneficiário (emissor).
Um baita de um problema, não? A saída realmente vai ser migrar para uma carteira com registro.


01. Custo – Na modalidade sem registro, há apenas o custo da liquidação – ou seja, a empresa paga ao banco uma taxa quando o boleto é pago. Se o boleto não é pago, não existe cobrança de taxa. Porém, na modalidade com registro, o banco pode cobrar (dependendo da negociação) taxas como a de emissão, liquidação, permanência e protesto. Assim, o custo deve subir de forma considerável, pelo menos em um primeiro momento.

Para as empresas de e-commerce essa mudança pode ser desastrosa; imagine emitir boletos (e pagar pela emissão) de vendas que nem sequer foram concretizadas? Isto porque a desistência da compra é alta, beirando os 50%. É importante negociar uma boa taxa com seu gerente de banco desde já.

02. Burocracia – Na modalidade com registro, é necessário que o banco receba este registro através de um arquivo de remessa, com as informações dos boletos gerados.
Para gerar boletos com registro, CNPJ ou CPF são obrigatórios. Mesmo quem usa um sistema de gestão que automatiza parte do processo, vai precisar ter registrado esses dados.

03. Segurança – Sem dúvida um dos ganhos será a segurança. Bancos, empresas e consumidores sofrem constantemente com as fraudes, que tem aumentado consideravelmente. Como na modalidade com registro tanto o emissor quanto o pagador têm que ser identificados, as chances do consumidor cair em um golpe diminuem muito.

04. Cartão de crédito – O cartão vem há alguns anos tendo maior aceitação para pagamentos de contas rotineiras, como assinatura de TV a cabo, celular e serviços como assinatura de software. Agora é esperar que os adquirentes diminuam as taxas para que isso se popularize de fato e chegue a serviços como escolas, escritórios de contabilidade e até mesmo condomínios.
Por processar o pagamento automaticamente, a inadimplência no cartão é bem menor – o cliente final cadastra uma única vez o cartão e pronto: será cobrado sempre que necessário (seja uma compra avulsa ou um serviço recorrente).

Diante de tantas opções, é preciso buscar no mercado a melhor alternativa para sua empresa.
Existem empresas de pagamento sérias, que oferecem sistemas de gestão e soluções de pagamento. Boa parte delas já está preparada para trabalhar com boletos registrados.
Procure aquela que mais de adeque ao seu negócio. A empresa tem clientes como você? A solução é escalável? Tem um bom custo?

Se escolher ficar com seu banco, negocie sempre – os bancos farão de tudo para que a taxa seja maior e darão argumentos mostrando os porquês do aumento. Porém faça a conta de quanto isso vai afetar o seu negócio e o quanto sua empresa já gasta com o banco.

Fonte: administradores.com.br

Uma gestão financeira ágil e eficiente é um caminho seguro para manter baixos os níveis de inadimplência, especialmente em momentos de turbulência. Para torná-la possível, a emissão de boletos também precisa ser rápida e prática.
Com uma ferramenta desenvolvida para agilizar os processos de geração de boletos, o Módulo Boletos do ERP DEAK, além de permitir a sua personalização, permite o envio, a manutenção e o reenvio, sem a necessidade de interação com o banco, diminuindo os custos de processos.

Entre as principais funções destacamos:

  • Integração com a remessa de CNAB;
  • Envio por e-mail;
  • Hiperlink da SEFAZ ou Prefeitura, facilitando o acesso à Nota Fiscal;
  • Controle e auditoria das notas emitidas e dos títulos gerados com a emissão de boletos.
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