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IBS e CBS na precificação: impactos e ajustes nas empresas 

IBS e CBS na precificação: impactos e ajustes nas empresas 

IBS e CBS na precificação

O tema IBS e CBS na precificação ganha relevância a partir da adoção de dois novos tributos sobre o consumo, de acordo com a reforma tributária:  

  1. IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e  
  1. CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).  

Ambos seguem a lógica do imposto sobre valor agregado, com não cumulatividade plena, incidência ao longo da cadeia econômica e substituição gradual de tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins.  

Essa mudança altera a forma como custos são apropriados, créditos são considerados e margens são efetivamente calculadas, exigindo revisão criteriosa dos modelos de formação de preços adotados pelas empresas.  

Mais do que compreender os novos tributos, as empresas precisam avaliar de que modo eles influenciam a lógica de formação de preços. Especialmente em operações com múltiplos estados, diferentes cadeias de fornecimento e estruturas de custo complexas.  

Diante desse cenário, compreender o impacto do IBS e da CBS sobre a formação de preços torna-se condição essencial para decisões mais consistentes e alinhadas à realidade econômica das operações. 

Como o IBS e a CBS alteram a lógica tradicional de precificação 

O modelo de tributação sobre o consumo no Brasil, que está sendo substituído com a reforma, sempre impôs distorções relevantes à precificação. Cumulatividade parcial, regimes especiais e disputas entre estados criaram um cenário pouco previsível para a formação de preços. 

Com a introdução do IBS e da CBS, a proposta é avançar para um sistema de imposto sobre valor agregado, com não cumulatividade plena e maior transparência ao longo da cadeia. Isso muda a forma como os tributos são incorporados ao custo e, consequentemente, ao preço final

Na prática, o novo modelo exige que a formação de preços considere a dinâmica de créditos e débitos ao longo da cadeia econômica. E não apenas sua aplicação formal sobre o preço. 

Não cumulatividade e impacto na composição de custos no modelo novo 

A não cumulatividade ampla altera o peso dos tributos na formação do custo. Créditos passam a ter papel central na definição da margem real, e não apenas contábil. 

Desse modo, empresas que não controlarem adequadamente a origem dos créditos, a natureza das operações e o correto enquadramento fiscal, correm risco de: 

  • Distorcer preços,  
  • Perder competitividade, 

Efeitos do IBS e da CBS sobre margens e competitividade 

Ao modificar a base de incidência e a lógica de crédito, o novo modelo impacta diretamente a rentabilidade. Empresas com cadeias longas, grande volume de insumos ou atuação interestadual sentirão esses efeitos de forma mais intensa. 

De forma resumida, IBS e CBS na precificação influenciam decisões como: 

  • Repasse ou absorção de tributos, 
  • Diferenciação de preços por mercado, 

A formação de preços deixa de ser um cálculo estático e passa a depender de informações fiscais consistentes. A empresa precisa compreender, com precisão, quanto do preço corresponde a custo operacional, carga tributária e margem efetiva. 

Sem essa visão integrada, decisões comerciais passam a se basear em estimativas imprecisas, aumentando o risco financeiro

Ajustes necessários nos processos de precificação das empresas 

A adoção do IBS e CBS exige ajustes que vão além do departamento fiscal. Precificação, finanças, controladoria e tecnologia passam a atuar de forma mais integrada. 

Entre os principais ajustes estão: 

  • Revisão das estruturas de custo, 
  • Atualização de modelos de precificação, 
  • Simulações de cenários com diferentes alíquotas e créditos, 
  • Análise contínua de impacto tributário por produto ou serviço 

Nesse contexto, IBS e CBS na precificação deixam de ser um tema pontual e passam a integrar o planejamento recorrente da empresa. 

Impacto na governança e na tomada de decisão 

Modelos antigos, que não consideram IBS e CBS na precificação também comprometem a governança financeira. Decisões passam a ser tomadas com base em margens aparentes, sem refletir corretamente o impacto tributário real. 

E, como sabemos, sem dados confiáveis e atualizados, a empresa perde capacidade de avaliar rentabilidade por produto, cliente ou mercado, elevando riscos estratégicos ao longo do tempo. 

IBS e CBS na precificação e o papel do ERP na adaptação das empresas 

A introdução do IBS e da CBS impõe uma adaptação progressiva dos sistemas de gestão, especialmente daqueles que sustentam a formação de preços, a apuração fiscal e a análise de margens. Nesse cenário, o sistema de gestão deixa de ser apenas um repositório operacional e passa a exercer papel estratégico na transição. 

Como as regras da reforma tributária estão sendo implementadas em fases, a adequação tecnológica também ocorre de forma incremental. Parametrizações, leiautes fiscais, relatórios e critérios de cálculo precisam evoluir conforme novas exigências entram em vigor. 

É nesse contexto que a atuação do ERP DEAK se conecta ao desafio das empresas. Sendo atualizado gradualmente para acompanhar a reforma tributária, ele permite que as organizações ajustem seus processos sem rupturas operacionais. 

Entre os principais apoios do ERP DEAK nesse processo estão: 

  • Adequação progressiva das regras fiscais relacionadas ao IBS e à CBS; 
  • Apoio à análise do impacto tributário na formação de preços; 
  • Simulações de cenários com base nas informações disponíveis em cada fase da transição; 

Ao evoluir junto com a legislação, nosso sistema contribui para que a empresa mantenha controle, previsibilidade e capacidade de decisão, mesmo em um ambiente regulatório em transformação. 

Para entender como a tecnologia pode apoiar esse processo, sugerimos que acesse nosso guia prático sobre “Reforma Tributária”: 

Acessar Guia Prático 

FAQ – Perguntas frequentes sobre IBS e CBS na precificação 

1. O que são IBS e CBS? 

São tributos sobre o consumo que afetam diretamente a formação de preços, custos e margens das empresas. 

2. IBS e CBS já impactam a precificação das empresas? 

Sim. Mesmo durante a transição, decisões de preço já precisam considerar a nova lógica de crédito e incidência tributária. 

3. Como o IBS interfere na margem de lucro? 
Ao alterar a lógica de crédito e incidência, o IBS pode reduzir ou ampliar a margem real, conforme a operação. 

4. Como o ERP DEAK ajuda na precificação com IBS e CBS? 
O ERP apoia a análise de custos, margens e impactos tributários, permitindo ajustes mais consistentes na formação de preços. 

5. É possível manter o mesmo modelo de precificação após o IBS e a CBS? 
Na maioria dos casos, não. Ajustes são necessários para evitar distorções e perda de competitividade. 

6. Como simular impactos de IBS e CBS na precificação? 
Por meio de dados integrados, cenários comparativos e sistemas que consolidem informações fiscais e financeiras. 

7. O ERP DEAK já atende às exigências da reforma tributária? 
O ERP está sendo atualizado de forma contínua para acompanhar as exigências da reforma, respeitando o cronograma de implementação. 

8. Quando as empresas precisam adaptar seus modelos de preço? 
O quanto antes. A adaptação gradual reduz riscos e facilita a transição. 

Entender como IBS e CBS atuam na formação de preços preço é essencial para ter uma empresa que separa eficiência de risco. Estamos aqui para te ajudar a se adaptar com rapidez e agilidade: 

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